Ele... Pai? Padrasto?


Suas Mãos sinalizam
O Grande Caminho
A ser tomado...

Suas Mãos sintetizam
A Todo Caminho
Percorrido...

Se os Tesouros Do Alto
Aos meus humanos olhos
São negados,
Recuso-me a aceitar
Que Ele não esteja
Por trás disso.

Perguntem-se,
Humanos,
Acerca Dele.

Perguntem,
Humanos,
Para Ele,
Acerca de cada
Um de nós.

Viajem até Ele,
Cedam-lhe suas essências,
Vibrem na Essência Dele,
Parem,
Voem,
Caiam,
Subam,
Tomem,
Retomem,
Absurdo,
Surdo,
Mudo,
Rumo,
Nulo...

Se Nada Ele É,
Se humanas palavras
Não O definem,
Fiquem então em
Silêncio
No Silêncio Das Horas,
Respeitem A Voz Cósmica,
Calem-se,
Calem-se,
Calem-se...

Ele,
Pai...

Ou,
Ele,
Padrasto?

Tu saberás disto silenciando-te
E Ouvindo O Silêncio Dele
Nas Alvoradas Verdadeiras
De Vosso Ser.

Não O chame de Deus.

Não O chame de Allah.

Não O chame de Javeh.

Não O chame de Pai.

Não O chame por nenhum
Humano nome.

Calados...

Calados...

Calados...

Ouçam Os Sons Deste Universo...

Ouçam Os Sons Desta Criação...

Ouçam Os Sons
De Todas As Criações
Que Houveram
Antes Desta Criação...

Sintam A Mão Dele...

Mão De Pai...

Ou Mão De Padrasto?

Tu quem o dirás,
Silenciosamente,
Ao Altar Silencioso
De vossas horas
Mais silenciosas.

Silêncio...

Silêncio...

Silêncio...

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