Equilibrando Pequeno Pesado Mundo...


O peso afugenta os medos,

Os medos tocam-se e se fundem

No Puro Não-Medo,

O Não-Medo Do Mundo,

O Mundo suportado por todo

Humano que titânico não é

Como Atlas

E que semideus não é

Como Hércules

E que Deus não é

Como Zeus...


O peso é o de um Mundo

No qual somos frutos

De árvores ressequidas

Se quisermos

E no qual somos

As Árvores Eternas

Da Prosperidade

Se nos fizermos plantar

Em aéreo solo

De eternas fertilidades

Na Grande Fertilidade

Do nosso

Eu Verdadeiro...


O peso é do pequeno,

Pequeno mesmo,

Pequeno intenso,

Pequeno interminável,

Mundo nosso crido

Como Mundo realmente

De altos ganhos nas batalhas

Que devem ser ganhas

Sem manchas

E nos baixos ganhos

Das batalhas que deveriam

Ser ganhas...


O peso de tal Mundo

Equilibrado pelos nossos ombros

De humanos de fracos ou fortes

Músculos

É peso equilibrado

Com pesado sofrer,

Pois a Hidra nossa

Que humanamente moldamos

Como nosso interno terror

Nos atormenta no equilibrar

Que o Mestre Libra

Concede-nos...


O peso de nossos Mundos,

Suportados pelos nossos

Corpos Além,

Peso grandioso para

Tão pequenos Mundos,

Peso escandaloso para

Tão pequenos Mundos,

Peso insensato para

Tão Pequenos Mundos,

Quase quebra

O Prato Da Balança,

A Balança Humana

Do Peso Dos Nossos

Erros,

A Balança Humana

Do Peso Dos Nossos

Outros Erros...


O peso equilibra

Os Erros Humanos,

É O Equilíbrio Do Erro

Dos Mundos Humanos,

Moldados pelo Separatismo,

Moldados pelas inexistentes

Diferenças existenciais

Que nós humanos

Teimamos em crer,

Moldados pelas inexistentes

Diferenças espirituais

Que nós humanos

Não queremos crer...


Este É

O Segundo Equilíbrio...

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