Deusa Atena Mãe Carinhosa


Poucos possuem o prazer,

Poucos possuem o aroma dourado,

Poucos possuem o ar excitado,

De conseguir encontrá-La

Entre os muitos e vários e poucos

Ramos de Verdadeiras Árvores

De Verdadeiros Galhos...

Poucos sorrindo,

Poucos chorando,

Poucos dados ao mover-se

Entre as Leis Da Sabedoria

E Da Magna Inteligência,

Amando-Te,

Deusa Atena,

Deusa Mãe,

Deusa Carinhosa,

Deusa Atena Mãe

Carinhosa!

Carinhos,

Carinhos para os poucos,

Os poucos que guerreiam

Na Sabedoria Que Não Mata

E Na Inteligência Que Não Humilha,

Poucos que são

Os Verdadeiros Humildes,

Colhendo as folhas

De Aprendizados Maiores,

Recolhendo as raízes

De Livros Ocultos,

Insistindo

No Verdadeiro Saber,

Resistindo

No Verdadeiro Fazer!

Nada fica além

Das Vossas Mãos Maternais

Sábias,

Mãos que vasculham

As poucas ricas

Verdadeiras Almas

Que buscam-Te

Em todas as mais

Tenras Verdadeiras Praças,

Praças Sábias,

Sábias Praças,

Em cujos bancos

Os Seres Mais Altos

Da Sabedoria Das Esferas

Apoiam-Se Em Ti

Na Grande Refeição

Da Sabedoria Cósmica!

Deusa Atena Mãe

Carinhosa,

Ó,

Deusa Atena Mãe

Carinhosa,

Muito os poucos possuem,

Muito eles possuem,

Como são assim

Transcendentalmente felizes,

Pois A Felicidade

Da Verdadeira Sabedoria

É O Acúmulo Da Felicidade

Da Presença Em Si

Da Verdadeira Mãe

Que Sabe Do Saber

De Todas As Verdadeiras

Criaturas!

Os poucos,

Os Poucos Que Sabem,

São As Verdadeiras Criaturas,

São como Centauros Das Eras,

Agraciados por Ti

Com o Vosso Toque,

Toque De Deusa Carinhosa,

Toque De Deusa Mui Carinhosa,

Mui Carinhosa

E Mãe,

Sábia Mãe,

Mãe Sábia,

Grande Sábia Mãe Alta,

Sábia Grande Mãe Alta,

Mãe

Mãe

Mãe

Mãe

Mãe

Mãe

Mãe

Mãe

Carinhosa!

A este bardo aqui,

Que procura ser

Um dos poucos,

Um dos Centauros Das Eras,

Deusa Atena Mãe

Carinhosa,

Concedas Vossos Sábios Afagos,

Concedas Vossos Sábios Carinhos,

Sou e sinto que sou

Também um dos vosos

Verdadeiros Filhos,

Verdadeiros Poucos Filhos...

Acariciai-me,

Deusa Atena Mãe

Carinhosa...

Acariciai também

A esta Humanidade

Tão tola em sua maldade

E tão imbecial

Em sua cegueira

De não presenciar

A todos os Deuses

Ainda aqui...

Dai Sabedoria,

Deusa Atena Mãe

Carinhosa,

A esta Humanidade,

Aos seres humanos

Meus irmãos,

Irmãos em sua grande maioria

Verdadeiros Tolos,

Verdadeiros Imbecis,

Que não possuem

A Sábia Clarividência

De visualizarem

Que um dia foram

Dourados

E que hoje são

Vermes Enlatados

E que

No Grande Dia Do Amanhã

Podem vir a ser

Mais Do Que Dourados...

Ah,

Deusa Atena Mãe

Carinhosa,

Eu choro,

Choro,

Eu choro,

Recolhendo-me agora,

Encolhendo-me agora,

Sentindo vossas

Sábias Carinhosas Mãos

Afagando os meus cabelos,

Cabelos de bardo inominável,

Cabelos de humano,

Humano Verme Enlatado...





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