quarta-feira, março 26, 2008

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Oculto Canyon D'Alma Humana


Escaladas conhecidas...

Escaladas desconhecidas...

Escalas...

Escadas...

Escalas Do Conhecer...

Escalas Do Desconhecer...

Escadas...

Escalas...

Escadas Conhecidas...

Escadas Desconhecidas...


Pedras...

Rochas...

Palmo a palmo...

Pedras Conhecidas...

Pedras Desconhecidas...

Rochas Conhecidas...

Rochas Desconhecidas...

Canyon...

Canyon...

Canyon...

Canyon...

Canyon...

Canyon...

Canyon...


É o espanto todo agora,

Amigo Moran,

Vejo-me a escalar um canyon

De proporções titânicas,

Avançando rumo ao

Conhecido Desconhecido,

Avançando rumo ao

Desconhecido Conhecido,

Imponente qual montanhista

Mui destemido,

Valente qual eremita

Mui comedido,

Sinuoso qual inovador

Mui inteligentíssimo!


Conhecido Desconhecido,

Canyon Maior,

Canyon Monumental,

Canyon Indizível,

Canyon Único,

Canyon Trino,

Canyon Creacionista!


Desconhecido Conhecido,

Canyon Sorridente,

Canyon Abrasante,

Canyon Balsâmico,

Canyon Aconchegante,

Canyon Viajante,

Canyon Mutável!


Canyon!


Canyon!


Canyon!


No canyon d'alma minha,

Amigo Moran,

Pelo canyon d'alma minha,

O canyon que se esconde aqui

Neste lacrimoso montante

De canyons derrubados

Que molda minha Alma Eterna,

Vou Ao Encontro

Do Inominável Desconhecido

Com A Permissão

Da Imperatriz

E Com O Cetro Indicador

Do Imperador

E Guiando

O Carro,

Pois Sou Filho

Do Mago

E Sou Mago

Que Escala Com

Os Deuses

O Grande Canyon

Da Criação

Em Todas As Esferas

De Manifestação

E Imanifestação!


E vós,

Irmão humano,

Onde estás vosso

Canyon?


E vós,

Irmã humana,

Onde estás vosso

Canyon?


Vossos canyons,

Irmãos humanos,

Ocultos canyons d'almas

Humanas vossas,

Que lhes auxiliariam

Na Grande Escalada

Do Grande Canyon Da Criação

Em Direção Aos Vossos

Respectivos

Verdadeira Mãe

E Verdadeiro Pai

Em Vossas Respectivas

Fontes De Poder?


Escalem vossos canyons!


Escalem vossos canyons!


Escalem vossos canyons!


Escalarão,

Então,

Aquele Canyon!


Inominável Ser

ESCALANDO O CANYON

DE SEU AMIGO MORAN

E O SEU PRÓPRIO

CANYON




terça-feira, março 25, 2008

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Oculta Marina D'Alma Humana


Bater das leves ondas...

Ondas leves...

Leves ondas...

Ondas de levas...

Levas de ondas...


Ondas e marina...

Marina e ondas...

Marina onda...

Onda marina...

Marina é a onda...

A onda é a marina...


Tão leve o bater...

Tão leve na marina...

Tão leve o conceber...

Leve conceber na marina...

Marina leve...

Leve marina...


Não é tudo inútil

No seguido bater da

Marina d'alma humana

Toda onda que consegue,

Amigo Courbet,

Se afastar da praia imunda

De vis esgotos

E se aproximar da praia limpa

De peixes eternizados

Em seus nados

Pelo Grande Mar.


Não é risível,

Não é ridículo,

Amigo Coubert,

Nadar na própria

Marina d'alma humana

Com o jeito de um

Profissional nadador que

Não almeja o pódio

Das simplicidades existenciais

Humanas,

Mas com o jeito

De um acima-do-humano

Que nada a fim de encontrar

Mais marinas no interior

D'alma dele.


Não é insano,

Não é estranho,

A marina,

As marinas,

Amigo Courbet,

Ela,

Elas,

Todas n'alma,

Anunciando que um simples

Mortal recheado de nados

Em erros e em falhas

E em revoltas e preconceitos

E em decadências e cadências

As mais inundadas

Pela areia da

Desgraça Contemporânea,

Pode conceder-se instantes

De Real Nadador

Nas Águas Do Grande Mar

Em Seu Interior!


Como é nadar

Na marina d'alma vossa,

Amigo Courbet,

A oculta marina d'alma

Dos humanos,

Dos animais,

Das plantas,

Dos minerais,

Dos não-humanos,

Dos não-animais,

Das não-plantas,

Dos não-minerais,

Dos além-dos-humanos,

Dos além-dos-animais,

Dos além-das-plantas,

Dos além-dos-minerais?


Nado agora

Na oculta marina

D'alma minha...


Oculta marina

D'alma minha

De humano,

Nadante humano

Em lágrimas pertencendo

A ocultas areias

De ocultas praias

D'alma minha...


E vós,

Irmãos humanos,

Sabeis das ocultas marinas

D'almas vossas?


E vós,

Irmãos humanos,

Nadais nas ocultas marinas

D'almas vossas?


Inominável Ser

NADANDO NAS OCULTAS

MARINAS D'ALMA

DE SEU AMIGO COURBET

E EM SUAS PRÓPRIAS

OCULTAS MARINAS D'ALMA




quarta-feira, março 19, 2008

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Oculta Cascata D'Alma Humana


Nobres águas...

Nobres cascatas...

Descidas...

Diretas descidas...

Cascatas...

Almas...

Cascatas...

Humanos...

Cascatas...

Almas...

Cascatas...

Muitas...

Cascatas...

Todas...


E elas são

As Cachoeiras Internas,

Aquelas tão antigas

Fontes de equilíbrio

Que temos inativas

E até algumas ativas

Em nossas Florestas Internas...


Mas,

Quem se habilita

A Ser Cascata?


Mas,

Quem se habilita

A Deixar-Se Levar

Como Cascata?


Moran,

O Homem Sabe,

Em Sua Alma,

Ser Cascata?


Amigo Moran,

Grande amigo Moran,

O íntimo escapa,

Tudo fugindo,

Cachoeiras morrendo,

Cachoeiras mortas,

Cachoeiras extintas,

Tanto dentro d'alma

Quanto fora d'alma...


No Grande Campo Dos Destinos,

Campo Das Cascatas

Da Existencialidade,

O ser humano afoga-se,

Ele n'alma não é

Cascata,

Ele n'alma não quer ser

Cascata,

Ele n'alma não conhece suas

Cascatas...


Reconheço e meço

Minha Cascata,

Moran,

Cada verso aqui

É um pouco d'água

Que ela verte,

Cada texto além

É toda a água

Que ela verte...


Inclino-me em minha

Cascata,

Meu amigo Moran,

Inclino-me,

Arrebento algumas rochas,

Inimigas formidáveis,

Chego a pedras cálidas

E encontro pedras suaves,

Piso nelas,

Quebro-as,

Como o pó

E eis que sou então

Filho E Pai E Irmão

Compreensivo Do Pó

De Ser Humano

Em Cascatas!


Pobres são aqueles,

Moran,

Amigo Moran,

Que não conhecem

Seu próprio pó

E nem O Pó Que É

A Humanidade,

Vivendo engolfados

Nas ledas mentiras

Da mortalidade,

Morrendo afogados

Após cairem nas

Cascatas Da Materialidade...


Inominável Ser

EM SUA CASCATA

PELAS CASCATAS

DE SEU AMIGO

MORAN




terça-feira, março 18, 2008

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Oculto Entardecer D'Alma Humana


O que merecemos além

De um Sol Interior

Apagado?


O que temos diante

Do Espelho Quebrado

D'Alma nossa?


Alma humana separada...


da sua lânguida reforma...


situação desesperada alta...


que demente pensamento...


meu de bardo inominável...


de tentar mapear...


a localização das partes...


dos Espelhos Quebrados...


Entardece,

A praia é bem distante

E está até dentro d'almas

Nossas,

Está em nós,

É tarde,

Entardece,

Meu amigo Courbet

Senta-se ao meu lado

Na areia desértica,

Sendo que as desérticas areias

D'almas humanas

Nós dois vemos ser esvoaçada

Pelos ventos das

Mediocridades...


Me pergunto se tudo isso

É válido,

Se posso escrever

E se posso poetizar

Em meus blogs

Qual um Não-Deus

Bardo Inominável,

Se posso passear

No Jardim,

Se posso deitar

Na Cova,

Se posso viver

Meus Romances,

Se posso transitar

Em meu Mundo,

Se posso aqui

Verter Lágrimas...


Courbet sorri,

Courbet,

Meu Irmão Courbet,

Dando-me a resposta,

A resposta que é

A do Nunca Entardecer,

A Do Não-Entardecer

Mesmo Diante Do

Humano Entardecer,

Tudo isto é meu,

Irmão humano aí,

Irmã humana aí,

A ler-me,

Eu choro pela

Humanidade,

Eu quero lutar,

Lutar cada vez mais,

Lutar mesmo,

Pelo Retorno

Da Verdadeira Humanidade!


Entardece,

Entardece,

Como entardece,

Como tudo entardece,

As praias frias,

As praias ardentes,

Quantos sorrisos dementes,

Quantos risos fúteis,

Quantas qualidades viciantes

Em um planeta que

Na Dourada Era

Foi brilhante...


Eu e meu amigo

Courbet,

Grande amigo

Courbet,

Sabemos disso,

Talvez vós aí,

Mulher,

Saibas disso,

E talvez você aí,

Homem,

Saibas disso...


Como não

Entardecer

Eternamente

Em uma única

Existência?


Como fugir

Da Estagnante

Humana Tarde?


Como fazer

Da Humana Tarde

Verdadeira Humana

Manhã?


Pegue uma caneta,

Pegue um teclado

Ou pegue um pincel,

Como Courbet,

E faças valer

A Vossa Manhã Interior!


O Mundo,

Então,

Será Apenas

Amanhecer!


Tu Serás,

Então,

Deusa,

Deus,

Do Teu Amanhecer

E Do Mundo

Que Sempre Será

Amanhecer!


TARDE

FINDADA!!!


ETERNO

AMANHECER

INTERNO!!!


ETERNO

AMANHECER

DO MUNDO!!!


Inominável Ser

AMANHECENDO

EM SEU AMANHÃ

JUNTO AO SEU IRMÃO

COURBET

NO AMANHECER DELES




sexta-feira, março 14, 2008

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Da Grande Gênese Do Grande Mar


As Ondas Eram Inertes Quando Da Fusão Das Escuridões Na Grande Escuridão E Não Havia O Respirar Do Grande Dragão E Nem A Voz Da Grande Mulher Universal Que Veio A Unir-Se Ao Homem Universal E Nenhum Deus Ou Ser Acima E Abaixo Dos Deuses Se Fazia Presente Em Todo Aquele Não-Existir Imanifestado E Como Que Movido Pelo Sentido Das Formas Nos Formatos E Dos Contextos Nos Conteúdos O Um De Origem Que Jamais Conheceremos Em Verdade Pensou E Respirou Pondo Tudo A Mover-Se E A Manifestar-Se No Grande Mar Que Então Veio A Moldar-Se E De Criação A Criação A Sua Obra Foi Sendo Aperfeiçoada E Neste Hoje De Lágrimas Recebo A Voz Una Para Falar Da Gênese Do Grande Mar De Todos Os Seres E De Todas As Coisas Que Ainda Estão A Nascer Da Beleza Sagrada Do Bater Das Ondas Do Grande Mar


Variedades De Tudo

A Luta Das Formas

A Luta Dos Conteúdos

Gênese

Gênese

Gênese

A Voz De Tudo


Luto Dos Dias

Luto Das Noites

Nascer Eterno

Gênese

Gênese

Gênese

O Parto De Tudo


Movimento De Passos

Movimento De Atos

Gênese

Gênese

Gênese

O Zodíaco Treme


Variantes De Dinamismo

O Espaço Amplo

Divulga E Divaga

Por Sobre Os Temporais

Da Gênese Respirante

De Cada Estrada


Inspiração De Produtivismos

Solidez De Zênites

Todas As Forças

Todas As Frondas

Tudo Na Gênese

Tudo Em Gênese


Músicas Silenciosas

Silenciosas Músicas

Toda Melodia Anotada

Toda Nota Apurada

Notai A Gênese

Dotai A Gênese


Chiaroscuro Amanhecendo

Chiaroscuro Entardecendo

Chiaroscuro Anoitecendo

Gênese De Mitos

Gênese Da História

Gênese Dos Povos


Malícias Das Folhas

Malícias Das Flores

Malícias Da Natureza

Gênese Do Pássaro

Gênese Do Peixe

Gênese Dos Palcos


A Gênese Totaliza

A Gênese Bebe

A Gênese Alimenta

A Gênese Alimenta-Se

A Gênese É Alta Onda

A Gênese É Mais Alta Onda


A Gênese É A Onda Una

A Gênese É Pequeno Ser

A Gênese É Grande Ser

A Gênese Infinita

A Gênese Eterna

A Gênese Mutável


Tu És Gênese

Irmã Humana

Mulher Na Tua Gênese

Mulher De Toda Gênese

Mulher Da Gênese

Mulher Na Gênese


Tu És Gênese

Irmão Humano

Homem Na Tua Gênese

Homem De Toda Gênese

Homem Da Gênese

Homem Na Gênese


Nadamos Na Gênese

A Onda Pequena

A Onda Grande

Pequenas Ondas

Grandes Ondas

A Gênese Do Um Em Nós


Nadamos Na Gênese

Braçadas Em Nascedouros

Braçadas Em Natais Interiores

Nascedouros Em Braços

Natais Em Braços

A Gênese Do Um Em Nós


Nadamos Na Gênese

As Praias São Amigas

As Praias São Nossas

Praias Que Nós Somos

Praias Que Nascem Em Um

A Gênese Do Um Em Nós


A Gênese

O Um

Nós

Creador/Creadora

Creaturas Creadas

Coisas Creadas

A Gênese Automanifestadora


Onda A Onda No Furor Geracionante Das Coisas Em Nós E Fora De Todos Nós Direcionando Nosso Buscar Dimensões A Mais Nas Redomas De Nossos Floridos Campos Internos Que Se Dirigem Ao Um Mesmo No Silêncio E Na Descrença Pois É Assim Que O Grande Mar Age Em Seu Ondular Nas Gêneses Da Gênese De Tudo Nadante Em Esferas Que São O Círculo Que Libera E O Círculo Que Concentra Todos Os Nados Das Nossas Motoras Nadantes Caminhadas


Inominável Ser

NAS ONDAS

DO UM