Dançando Em Pan!



Tudo se transmuta
Em Magia
E vem uma eterna
Vontade de Dançar,
Mas não com bandeirolas
E nem com caçarolas,
Mas com Pan
Na Floresta Sagrada
A deflorar
A Grande Virgem Eterna
Abaixo do sol,
Diante do luar,
Banhado pela chuva,
Iluminado pelo raio
E acompanhado
Pelo trovão
A ressoar!

IO PAN

Dançar na vibração
Do vinho,
Dançar na emoção
Do canto,
Dançar na energia
Da flauta,
Dançar no toque
Dos tambores,
Dançar pelos
Campos,
Dançar pelos
Bosques,
Dançar pelas
Florestas!

IO PAN

Dançar nos braços
De Ninfas
Entre os ramos
Das flores
Mais belas,
Dançar nos braços
De Bacantes
Entre o sangue dos sacrifícios
Ao Grande Olhar
Da Terra!

IO PAN

Dançar
Acompanhando cada feixe
De luz solar,
Dançar
Acompanhando cada onda
Dos mares,
Dançar
Acompanhando cada canto
Dos pássaros,
Dançar
Acompanhando cada Fluxo
Da Seiva Eterna
Nas árvores,
Nas pedras,
Nos animais,
No ar,
No solo,
No fogo,
Na água
E no Éter!

IO PAN!

Dançar
Sendo Natural,
Dançar
Sendo A Natureza,
Dançar
Como Puro Ser
Diante Do Poder
Do Verbo Natural,
Dançar
Nu
Diante da
Sibilante Verdade
Que corre selvagem
Nos Elementos
Naturais!

IO PAN

Dançar
Dançar
Dançar
Dançar
Dançar
Dançar
Dançar
Dançar
Dançar
Como Pan,
Com Pan,
Em Pan
Em Pan
Em Pan
Em Pan
Em Pan
Em Pan
Em Pan
Em Pan
Em Pan!

IO PAN

IO PAN

IO PAN

IO PAN

IO PAN

IO PAN

IO PAN

IO PAN

IO PAN

Inominável Ser
UM DANÇARINO
DA CORTE
DE PAN


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